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É um ônibus velho, do tipo que parece que vai arriar no próximo buraco. Quando desponta num povoado nordestino, tem jeito de aparição. O povo olha desconfiado. De dentro da lataria desce, então, uma moça franzina, com jeito de menina, e um homem grande, de sorriso maior ainda. Joana D’Arc, ela se apresenta. O nome da santa guerreira não ajuda a dissipar a estranheza. Ele se chama Ronaldo Henzel. Sobrenome de gringo que não se ouve por aquelas paragens. “O que esse povo anda querendo neste fim de mundo?”, é o que os sertanejos pensam, à primeira olhada. Por sorte, Ronaldo e Joana querem muito". Leia
aqui (por Marco Bahe, Revista Época) o restante da história desta gente que pensa que é anjo e conheça a Associação
"PÃO É VIDA". Que não é apenas mais uma como a maioria que existe por aí. É uma história de heroísmo.